domingo, 14 de fevereiro de 2016

A luz perdida de um Shinigami





  Outrora o tempo em que fui alguém, o sol queimava o meu rosto, seu calor entrava em minha carne, o som do vento e o voo de um passarinho me tirava um sorriso. Lembro-me o som da voz de minha mãe que ecoava entre as arvores ao me chamar, seu olhar firme e sua voz suave.
  Havia uma pessoa que hoje tão vagamente anda em minha mente, ou eu apenas não queira mas que você exista em mim.
                                
                     
                         O Caminho e a Casa velha
    

Perto de minha casa tinha um caminho em que ninguém o tomava a diante, mas eu sempre o pegava e ele parecia não ter fim, por mas que eu andasse, mas me deparei com uma casa bem velha, todos os dias eu fazia esse caminho até a casa , eu sempre era levado a olhar pelas frestas daquela porta velha , as folhas secas que voavam ao redor , aquela casa parecia não mudar , ela não envelhecia mas, permanecia sempre do mesmo jeito, até as folhas do chão pareciam se moverem sempre igual , não sei explicar mas aquela casa tinha alguma coisa, sentia algo a me puxar , quando de repente dela veio sons, uma melodia linda vinha e uma voz triste se misturavam ao som do vento. Decidi me aproximar , mas algo me paralisou, não permitia que meus pés continuasse.
   Quando um frio cortante penetrou em meu corpo, vejo ela vindo em minha direção, seus olhos e seu cabelo não tinha cor, sua pele era pálida, ela era tão linda mesmo que parecesse alguém que já estivesse morrido, como se uma cortina de fumaça fosse desparecendo e aquela pequena e velha casa fosse se transformando... Era ela  que estava fazendo aquilo e diante de mim surgiu uma grande mansão, que mas parecia um castelo grande e luxuoso, mas mesmo assim o ar e a sensação que eu sentia era a mesma.


                              A Deusa da Morte branca

Continuam...

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